Para conhecer a história de uma cidade, precisamos não apenas caminhar por suas ruas, praças e avenidas, mas conhecer também o que pensavam seus habitantes sobre ela. Para desvelar as histórias do Recife de outrora, optamos por construir uma narrativa a partir dos rastros produzidos pelos homens que vivenciaram um tempo passado e tinham o hábito de escrever para os jornais, os autores das cartas de leitor. Mas, caro(a) leitor(a), nessas escritas não apenas encontramos as histórias da cidade do Recife, mas a história da língua portuguesa, pois ela também mudou com o passar do tempo.

A nossa narrativa tem início em meados da primeira metade do século XIX, pois é nesse período que a sociedade recifense experimenta um novo tempo, um tempo intenso com profundas alterações na esfera política, ocasionada pelos movimentos sociais como a Insurreição de 1817, a Confederação do Equador, de 1824, e a Praieira, de 1848. Por ser palco de grandes batalhas, a cidade imprimiu na sua história uma identidade heroica: Recife passa a ser conhecida como o Recife das revoluções libertárias, da teimosia ácida do contra, evocada pelo poeta Manoel Bandeia. Apesar de esses movimentos ocorrerem em um tempo passado, ainda fazem parte da memória do povo pernambucano, pois Pernambuco ainda é conhecido como o Leão do Norte!

Nesse contexto, escrever para o jornal era o principal recurso para a formação da opinião pública. Por ser um texto argumentativo, a carta de leitor foi utilizada em várias épocas por muitos recifenses para manifestar seu ponto de vista sobre um determinado acontecimento e assim divulgar para a sociedade sua opinião sobre a realidade em seu entorno. Esses documentos revelam indícios das práticas de escrita da época, uma vez que as intensas discussões políticas estavam presentes nos jornais. Inevitavelmente os textos revelavam esses conflitos através da linguagem. A escrita era marcada por intensas polêmicas pessoais e violência verbal com o elevado emprego de adjetivos. Percebemos essa linguagem insultuosa nas correspondências abaixo:

Ex.: 1 Snr. Edictor […] D’aquella minha supposição conclue o bestunto do Lombriga, que eu nunca li essa rica | produçaõ do absolutismo agonizante. | […] O’ Lombriga dos meus | pecados, ó Forca, ó enguiço, ó calangre, ó mizeria, tu quando tal escreveste, estava | ébrio, ou ainda incephalitico. | Mennino, traze-me aquella | palmatória… Dá’ cá’ a maõ Lombriga…abre, abre esses dedos de macaco… (Diario de Pernambuco, 08/01/1830 – Carta de leitor 2)

Ex.: 2 Srs. Editores. – Lendo casualmente o infame Diario | de Pernambuco n.196 nelle deparei com um communi- | cado em o qual pretendeu seu autor persuadir ao brioso | povo pernambucano que do lado baronatico estavaõ as | capacidades, os verdadeiros patriotas &r. &c. e que da- | li deviaõ faser a escolha dos representantes da provin- | cia, e naõ do lado a que elles chamaõ – praeiros, que | somente querem impolgar os | lugares para depois aca- | brunharem o povo com  impostos e mais impostos. (Jornal Diario Novo, 06/09/1844 – Carta de leitor 3)

Essas cartas revelam expressões que demonstravam um ambiente conflituoso exposto à sociedade pelos jornais e mostram o posicionamento do autor frente a assuntos do seu cotidiano. Para Sodré (1999:157); esse período se caracteriza por um momento de alto índice de analfabetismo, e a função do texto jornalístico é essencialmente opinativa, marcada por intensas polêmicas pessoas e violência verbal.

Outra característica dos textos produzidos na primeira metade do século XIX corresponde à relação entre escrita e oralidade. Segundo Gomes (2007), as marcas de oralidade presentes na escrita corresponderiam a uma característica da produção textual da época, e não de cada gênero específico. Na correspondência abaixo, destacamos a simulação de diálogo, com referência direta aos interlocutores por meio do uso da segunda pessoa (tu e vós).

Ex.:3 Para que te envolves | em bebuxos de escriptor publico, se nada sabes? Quem te mandou orubú pelado, metter-te | no rancho dos coroados? (Diario de Pernambuco, 08/01/1830 – Carta de leitor 2)

Não apenas a simulação de diálogos é característica das marcas de oralidade nas cartas de leitor analisadas, também destacamos a onomatopeia (expressão que imita o som natural das coisa significada). Essa marca de oralidade encontra-se destacada no exemplo a seguir:

Ex.: 4 Pá’…pá’…pá’. Ardem, meu Forca? Toma mais: hás de chupar duas dúzias: pá’…pá’…pá’… Que [ilegível] dá’ o | viadinho! Zuza já’ chupou a competente doze: agora chegou-te a vez. […] Fica bem certo, orgulhoso pedantinho, que em apparecendo | escripto teu, a malhação minha he infalível. Vê se brilha, eu naõ brilho a teu respeito. (Diario de Pernambuco, 08/01/1830 – Carta de leitor 2)

Nesse exemplo percebemos a tendência constante nas escritas desse período para imitar as vozes e ruídos, pois o pá’…pá’…pá’… representa o som das batidas da palmatória nas mãos do Lombriga.

Além de vários movimentos sociais em defesa de uma nova organização política, o séculos XIX foi um tempo que acelerou a vida cotidiana e introduziu novas formas de convivência em sociedade. Na correspondência abaixo, o autor descreve que, entre polêmicas e deslumbramentos, o Recife de ruas estreitas, sem água encanada e iluminação pública, dos bondes de tração animal, dos [tigreiros] circulando pelas ruas, das procissões funerárias noturnas e sepultamentos realizados nas catacumbas das igrejas, é modificado pelo processo de [modernização] e passa a ser o recife das novas arquiteturas, de novos traçados nas ruas, de novos hábitos, de novas práticas de higiene e salubridade:

Ex.: 5 Srs. Redactores | E’ sobre maneira lisongeiro o ver | , como esta Provincia, em tão curto espaço de | tempo, se tem desenvolvido, abraçando todos os ramos | de prosperidade, quando alg[ilegivel] s | das Provincias, suas irmãas ao Norte, e ao Sul lutaõ com o dragão da anarchia, destruidor de todas | as venturas, que nos promete a sociedade. || A agricultura, e o Commercio, como é publico, tem enriquecido | esta Provincia. O Espirito d’associação, que tanto vai entre | nós progredindo, nos prepara um | lisongeiro porvir: a A[s ]sociação Commercial, já instalada, a do | encanamento d’agoa á capital, que está em | andamento, a do g[ilegivel]z, do theatro, de pontes de ferro, e das estradas | provão o que vimos de dizer. A edificação, que tao bellos | e elegantes edifícios nos appresenta, ja atrevi-| damente vai levantando os seus alicerces | por onde em outro tempo corriaõ as agoas, que se | vem hoje constrangidas a recuar para | dar logar á industria, e á grandeza: de modo que em pouco tempo | teremos de ver esta bella Cidade no catalogo | das principaes da Europa. (Diario de Pernambuco, 07/08/1839 – Carta de leitor 4)

A proposta da administração pública da época foi transformar Recife em uma nova cidade. Para tanto, foram adotadas medidas de limpeza das ruas, construção do Cemitério de Santo Amaro, elaboração de um projeto de transposição das águas do rio Beberibe, alterando as práticas cotidianas, visto que os [canoeiros] eram responsáveis pelo abastecimento das práticas cotidianas, pelo abastecimento das habitações mais ricas. Nessa atmosfera de desenvolvimento, a carta abaixo descreve o entusiástico momento de empolgação popular em que vivia a província de Pernambuco com a visita da Majestade [Imperial]:

Ex.: 6 Parece que uma nova éra renasce para Per- | nambuco, há como um sentimento com- | mum que se disputa em todo este povo depois | da imperial visita. O imperador deixou uma ani- | mação, que se propaga por todas as classes e por | todos os indivíduos. || O que se revela actualmente, o que mais so- | bresahe é o espirito publico adormecido por tan- | tos annos, ou cansado das lutas políticas, que a- cabaram por quebrar- nos as forças, reduzindo-| nos a um estado de torpor e de 5 lethargia; hoje | esse espirito renasce, como a Phenis, de suas | próprias cinzas. || Move-nos o dize- lo assim, entre outros, um | facto bem significativo e é a atitude, ou a po- | sição que este anno tem tomado a nossa assem- | blea provincial com respeito aos negocios mais | importantes da provincia. Está- se desenvolvendo | nella um interesse imediato po[ilegivel] muitas cousas, | que existiam antes um completo abandono ou | pelo menos em notável esquecimento. (Diario de Pernambuco, 09/03/1860 – Carta de leitor 5)

Mesmo diante dessas mudanças introduzidas pela modernização até as últimas décadas deste século, o Recife ainda representava uma sociedade escravocrata. O Recife aproxima-se do século XX com novos movimentos políticos contrários à escravidão e que defendiam a instalação da [República]. O final do século é marcado pelo fim do trabalho escravo e pela instauração de uma nova organização política.

As primeiras décadas republicanas conviveram com experiências de modernização importantes, anunciavam um novo tempo, que deixava para trás o passado monárquico e escravista. As mudanças eram visíveis no panorama social da cidade: aumento da população; água canalizada, estradas de ferro, serviço telegráfico, aparição dos primeiros bondes elétricos, do automóvel, novos lugares de encontro como cinemas, cafés, confeitarias, novas diversões. De acordo com a fala do autor da correspondência abaixo, o Recife moderno vae perdendo aquelle aspecto sombrio da “urbs” colonial, com vielas estreitas e sujas, inesthesicos sobradinhos e habitações acaçapadas sem luz, sem hygiene e sem conforto:

Ex.: 7 O progresso do Recife vem se ca- | racterisando de uma maneira incon- | testavel, nestes ultimos annos. A ci- | dade vae perdendo aquelle aspecto | sombrio da “urbs” colonial, com | vielas estreitas e sujas, inesthesicos | sobradinhos e habitações acaçapadas | sem luz, sem hygiene e sem confor- | to. || Certo que há muita cousa a corri-| gir e muita cousa a fazer. Mas nin- | guem contesta o surto remodelador, a | “poussée” progressista que por toda | a parte se acentua. Esse adiantamen- | to vae demorado, quando se estabe- | lece por exemplo uma comparação | com São Paulo. Emquanto a bela | capital do sul corre a passos de gi- |gante, e a todo momento uma no- | va iniciativa se effectua, nós mar- | chamos com muito mais lentidão e | sem pressa de chegar ao fim. E’ cla- | ro que entre os dois processos de evo- | lução, esse ultimo é mil vezes melhor. Em todo caso peor seria si estives- | semos parados, como durante tanto | tempo em que estagnamos. Um pou- | co mais de esforço e de boa vontade | seria o bastante para fazer do Re- | cife uma linda cidade moderna. (Diario de Pernambuco, 09/04/1920 – Carta de leitor 7)

Nesse contexto, a cidade do Recife passou a ser um cenário de tensas relações, com greves de operários, em busca de melhores condições de vida e trabalho, e reações da população, exigindo das autoridades medidas disciplinadoras para a saúde pública, o aumento dos mocambos e as áreas insalubres. Em razão dos altos índices de mortalidade urbana e das epidemias de cólera, há uma preocupação dos moradores da cidade com a higienização, e passam a escrever para os jornais para denunciar e cobrar das instituições públicas:

Ex.: 8 Solicitam, por nosso intermedio, | chamar a attenção dos illustres dr. | director de hygiene e coronel prefei- | to da capital, para a falta de asseio | existente na freguezia de São José, notadamente na rua [ilegível] | que mantém grande quantidade de | lama infecta e onde o movimento de | carroças é extraordinariamente in- | tenso dando logar a collisões entre | esses vehiculos e os transvios, occasio- | Nando, quasi sempre, prejuizos ma- | tereaes e mesmo pessoaes , em pas- | sageiros que, á falta de assento, via- | jam na plataforma dos mesmos. || Esperam os reclamantes que as | autoridades acima, enpenhadas co- | mo estão pelo progresso da nossa ci- | dade, tomem as providencias neces- | sarias, bebeficiando, assim a saude | dos moradores daquella rua e das | demais. (Jornal A Provincia, 09/01/1920 – Carta d eleitor 8)

Como podemos perceber, o principal objetivo do gênero carta de leitor consiste em tornar públicas questões de interesse da sociedade de seu tempo. Na atual sociedade, observamos novas maneiras do homem se relacionar com o meio social, seja, por exemplo, por meio do e-mail, dos blogs e das redes sociais. Apesar de dispor de variadas formas de comunicação, os sujeitos-autores das cartas de leitor ainda fazem uso dessa atividade comunicativa para retratar as mudanças sociopolíticas e culturais ocorridas na sociedade.

Nesse aspecto, podemos inferir a relevância do trabalho com a carta de leitor no processo de ensino-aprendizagem da língua, assim como contribuir com uma proposta de ensino direcionada para a atuação social, por meio de uma reflexão sócio-histórica, visto que os sujeitos autores das cartas de leitor faziam e fazem uso dessa atividade comunicativa para o exercício da cidadania.


Andrea de Souza e Silva (Recife, 1986). Graduada em Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, é mestranda em História Social da Cultura Regional pela mesma Instituição e especialista em Gestão da Educação. Foi integrante da Equipe Pernambucana para História do Português Brasileiro (PHPB), tem experiência na área de História, atuando principalmente nos seguintes temas: cartas de leitores, modernização de recife, análise diacrônica, representações sociais e intervenção urbana.


Para saber mais

[Tigreiros] Tigres: Em uma época onde não existia sistema de esgotos, os dejetos humanos eram colocados em barris de madeira que ficavam localizados em um canto recolhido na casa. Quando o barril estava cheio, recorria-se ao escravo que o transportava em suas cabeças para ser despejado na beira dos rios. Esse barris eram chamados de “tigres” e os seus condutores de “tigreiros”. Essa nomenclatura talvez fosse alusão à coragem dos carregadores ou à imagem das barricas que, ao transbordar, espalhavam fezes nos corpos dos escravos, numa combinação que lembrava a pelagem dos tigres.
SANTOS, Manuela Arruda. Higienizar para Civilizar. A Mudança de Percepção em Relação ao Lixo no Recife 1830-1845. Artigo publicado na Revista de História da Biblioteca Nacional, Ano 3, N°31, Abril de 2008

[Modernização]: Segundo REIS (2006) A modernidade consiste em uma nova representação da temporalidade histórica que associa o bem-estar da civilização ao progresso científico e material. Para REZENDE (2005), a modernidade não poderia se concretizar sem o processo de modernização. Nessa perspectiva, Rezende (2005:91) compreende a modernização “como a busca de novas linguagens para traduzir as velozes mudanças trazidas pelas novas técnicas”. Essas novas linguagens são traduzidas na arquitetura, nos costumes e na moral, no refinamento social conduzindo as sociedades à busca da perfeição.
REZENDE, Antonio Paulo. O Recife. Histórias de uma cidade. 2° edição. Recife, Editora da Fundação de Cultura da cidade do Recife, 2005.
REIS, José Carlos. História e Teoria. Rio de Janeiro, editora FGV, 2006.

[Canoeiro]: Escravos encarregados do abastecimento de água na cidade. De acordo com o historiador Marcus Carvalho, para o exercício da função de canoeiro era preciso habilidade, pois o rio não era uma estrada reta e existiam muitas possibilidades de encalhe.
CARVALHO, Marcus. Liberdade: rotinas e rupturas do escravismo – Recife 1822-1850. Recife, UFPE, 1998.

[Imperial] Rua do Imperador: A atual rua do Imperador recebeu esse nome no ano de 1859, depois da passagem do Imperador Dom Pedro II pelo local. Também foi a rua do famoso Café Continental, conhecido como Café Lafayette, ponto de encontro de intelectuais e boêmios nas décadas iniciais do século XX.
BRAGA, João. Trilhas do Recife: Guia Turístico, Histórico e Cultural. Recife, Secretaria de Educação do Governo do Estado de Pernambuco, 2000.

[República] Movimento Republicano: Segundo José Murilo de Carvalho, existiam dois projetos diferenciados para a república: a república dos Deodoristas, reduzida aos interesses do exercício e democratas paulistas, e a República de Benjamim Constant, atrelada ao estabelecimento de uma república que incorporasse o proletário à sociedade, e a quebra dos monopólios da Igreja e do Estado sobre a educação, a religião e a ciência. Tendo em vista os interesses políticos no estabelecimento da forma republicana, prevaleceu o modelo de República defendida pelos seguidores de Deodoro. No dia 15 de novembro Deodoro foi até o quartel general, assumiu o comando das tropas e a República fora proclamada! Formou-se então um governo provisório, chefiado pelo marechal Deodoro da Fonseca tornando-se o país uma República Federativa denominada Estados Unidos do Brasil.
CARVALHO, José Murilo. A Formação das Almas. O imaginário da República no Brasil. Companhia das Letras, 1990.


Bibliografia

WERNECK, Sodré. “História da Imprensa do Brasil.Porto Alegre: Edipucs (2011).
SEVERINA GOMES, Valéria. “Traços de mudanças e de permanência em editoriaisde jornais pernambucanos: da forma ao sentido.” (2007).
ARRAIS, Raimundo Pereira Alencar. O pântano e o riacho: a formação do espaço público no Recife do século XIX. Humanitas, Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Homanas, 2004.
REZENDE, Antônio Paulo. (Des) encantos modernos: histórias da cidade do Recife na década de vinte. Governo do Estado, Secretaria de Cultura, FUNDARPE, 1997.


Sobre o projeto
Identidade e Memória em Manuscritos e Impressos Pernambucanos: língua, história e cultura através dos textos é um projeto cultural aprovado e fomentado pelo Sistema de Incentivo à Cultura – FUNCULTURA – do Governo do Estado de Pernambuco, sob o número 0256/11. Esse projeto, elaborado e coordenado pela professora Dra. Valéria Severina Gomes, é uma ramificação de um projeto de pesquisa denominado Tradição Discursiva e Letramento: a Historicidade da Língua(gem) e dos Gêneros Jornalísticos do Século XIX Aplicada ao Ensino, aprovado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Posted by:Souza Pereira

Souza Pereira (Recife, 1994). Escritor e Editor chefe da Revista Philos. Biomédico e Mestre em Genética pela Universidade Federal de Pernambuco. Cursou História crítica e social do pensamento, da literatura e das Artes (Portugal). É co-fundador da casa editorial Camará Cartonera e do Espaço Cultural Maus Hábitos (Brasil). Autor dos livros A tarde dos elefantes e outros contos (2014), Polissemia (2015) e Olhos de Onda (2016). Artista visual e colaborador do Espacio Cultural Violeta (Chile) e do Colóquio Escrever nas Margens (Portugal). Colabora com diversas revistas de literatura latina na Europa e América Latina.

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