Canudos

A vila estava cercada pelas tropas do exército, mas os derradeiros sertanejos, guarnecidos por uma trincheira de corpos, resistiam usando como armas apenas algumas pedras e a esperança que move toda utopia. Tombaram, pouco tempo depois, aos pés da cruz do arraial, sob o olhar triste de Deus…

O pequeno poema da eternidade

Lancem minhas cinzas num rio!
Pois um rio não morre,
Rio vira mar.


Journey Pereira dos Santos (Alagoinhas, 1985). Autor do livro Alfarrábio (Contos).

Posted by:Jorge Pereira

Jorge Pereira (Recife, 1994). Produtor cultural e agente literário baseado no Rio de Janeiro. Fundador da Casa Philos e editor-chefe da Revista Philos. Curador de festivais literários e membro do Oi Kabum! LAB do Oi Futuro.

Uma resposta para “Dossiê de Literatura Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Journey Pereira dos Santos

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