Canudos

A vila estava cercada pelas tropas do exército, mas os derradeiros sertanejos, guarnecidos por uma trincheira de corpos, resistiam usando como armas apenas algumas pedras e a esperança que move toda utopia. Tombaram, pouco tempo depois, aos pés da cruz do arraial, sob o olhar triste de Deus…

O pequeno poema da eternidade

Lancem minhas cinzas num rio!
Pois um rio não morre,
Rio vira mar.


Journey Pereira dos Santos (Alagoinhas, 1985). Autor do livro Alfarrábio (Contos).

One thought on “ Dossiê de Literatura Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Journey Pereira dos Santos ”

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