Canudos

A vila estava cercada pelas tropas do exército, mas os derradeiros sertanejos, guarnecidos por uma trincheira de corpos, resistiam usando como armas apenas algumas pedras e a esperança que move toda utopia. Tombaram, pouco tempo depois, aos pés da cruz do arraial, sob o olhar triste de Deus…

O pequeno poema da eternidade

Lancem minhas cinzas num rio!
Pois um rio não morre,
Rio vira mar.


Journey Pereira dos Santos (Alagoinhas, 1985). Autor do livro Alfarrábio (Contos).

Posted by:Souza Pereira

Souza Pereira (Recife, 1994). Escritor e Editor chefe da Revista Philos. Biomédico e Mestre em Genética pela Universidade Federal de Pernambuco. Cursou História crítica e social do pensamento, da literatura e das Artes (Portugal). É co-fundador da casa editorial Camará Cartonera e do Espaço Cultural Maus Hábitos (Brasil). Autor dos livros A tarde dos elefantes e outros contos (2014), Polissemia (2015) e Olhos de Onda (2016). Artista visual e colaborador do Espacio Cultural Violeta (Chile) e do Colóquio Escrever nas Margens (Portugal). Colabora com diversas revistas de literatura latina na Europa e América Latina.

One thought on “Dossiê de Literatura Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Journey Pereira dos Santos

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