Enseada

Não sou aquele trem que anda nos trilhos
Eu sou aquela água que vai e volta e vaga
Não sou aquela estrada já definida,
Eu sou a poeira que na chuva se apaga
Tudo que se precisa é a precisão da liberdade
é desviar, é viver e é também não ter idade
Somos incompletos na medida do infinito
Eu sou uma enseada rodeada de um mar silencioso.


Marina de Lima Mohallem (Minas Gerais, 1994). Graduanda do curso de Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Alfenas, bolsista do PET-biologia. Poetisa e administradora da página ‘’PoeMA’’, livro virtual de poemas.

Posted by:Jorge Pereira

Produtor cultural e agente literário pernambucano baseado no Rio de Janeiro e São Paulo. Fundador da Casa Philos e editor-chefe da Revista Philos. Curador de festivais literários e de arte contemporânea.

Uma resposta para “Dossiê de Literatura Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Marina Mohallem

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