Enseada

Não sou aquele trem que anda nos trilhos
Eu sou aquela água que vai e volta e vaga
Não sou aquela estrada já definida,
Eu sou a poeira que na chuva se apaga
Tudo que se precisa é a precisão da liberdade
é desviar, é viver e é também não ter idade
Somos incompletos na medida do infinito
Eu sou uma enseada rodeada de um mar silencioso.


Marina de Lima Mohallem (Minas Gerais, 1994). Graduanda do curso de Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Alfenas, bolsista do PET-biologia. Poetisa e administradora da página ‘’PoeMA’’, livro virtual de poemas.

Posted by:Souza Pereira

Souza Pereira (Recife, 1994). Escritor e Editor chefe da Revista Philos. Biomédico e Mestre em Genética pela Universidade Federal de Pernambuco. Cursou História crítica e social do pensamento, da literatura e das Artes (Portugal). É co-fundador da casa editorial Camará Cartonera e do Espaço Cultural Maus Hábitos (Brasil). Autor dos livros A tarde dos elefantes e outros contos (2014), Polissemia (2015) e Olhos de Onda (2016). Artista visual e colaborador do Espacio Cultural Violeta (Chile) e do Colóquio Escrever nas Margens (Portugal). Colabora com diversas revistas de literatura latina na Europa e América Latina.

One thought on “Dossiê de Literatura Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Marina Mohallem

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