Ricordo

Campi di granoturco,
una sorgente d’acqua
limpida
la mia mano di bambina
toccava la tua
col timore di farti soffrire.

Delicata e lontana
sofferente e coraggiosa,
mi mancavi,
non te l’ho detto
mai.

La mia mano,
toccava sempre meno
la tua, ero una donna
ora.
Come te.

Ma eri sempre
più delicata e sofferente,
finché la tua mano
scivolò via come.


Daniela Balestrero (Torino, Itália, 1960). Membro del Comitato editoriale della Rivista Philos. Dal 2015 collabora con un giornale locale web scrivendo articoli di spettacolo e attualità. Alcuni dei suoi scritti si possono trovare anche su il Blog di Ramingo.it.

Posted by:Souza Pereira

Souza Pereira (Recife, 1994). Escritor e Editor chefe da Revista Philos. Biomédico e Mestre em Genética pela Universidade Federal de Pernambuco. Cursou História crítica e social do pensamento, da literatura e das Artes (Portugal). É co-fundador da casa editorial Camará Cartonera e do Espaço Cultural Maus Hábitos (Brasil). Autor dos livros A tarde dos elefantes e outros contos (2014), Polissemia (2015) e Olhos de Onda (2016). Artista visual e colaborador do Espacio Cultural Violeta (Chile) e do Colóquio Escrever nas Margens (Portugal). Colabora com diversas revistas de literatura latina na Europa e América Latina.

One thought on “Neolatina: Mostra di poesia italiana, da Daniela Balestrero

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