É do silêncio que nasce todo o vocabulário do mundo. A dimensão da escrita parece-me inevitável (e obrigatória) para estabelecer, em breve síntese editorial, uma relação amigável e pacificadora entre os textos que apresentamos nesta nova edição da Revista Philos.

Henri Matisse se perguntava «Que posso eu escrever?». Pois reflexiono a mesma pergunta, ainda um pouco perdido entre as palavras destacadas que contribuem para a composição majestosa da Philos #17. São dezessete números, dezessete cadernos, dezessete oportunidades de aguçar a mente de nossos leitores. Pela primeira vez, a precedência da imagem sobre o texto representa um diálogo direto com aquilo que ele tem a dizer. Convidamos o artista argentino, Mario Gimenez, para colaborar na direção de arte desse mês de junho. O ilustrador trabalhou incansavelmente na criação de imagens que conversassem nas entrelinhas com os trabalhos de nossos autores.

Sexualidade, questionamentos, crítica, romantismo, solidão, intempéries do tempo e do coração; alguns dos temas recorrentes deste caderno. Nossos colunistas versam sobre filosofia e o jogo de dados divino e gritos necessários para falar de feminismo e mulheres na literatura. São muitas vozes, muitas reflexões e trabalho em conjunto.

A imagem da capa é um ótimo exemplo ilustrativo para o trabalho que fizemos até aqui: tudo feito a mil mãos. A quem tem paciência de ler, peço que o faça com delicadeza. O nosso papel é assim puramente espetacular. Esta revista foi concebida com esse espírito.


Es del silencio que nace todo el vocabulario del mundo. La dimensión de la escritura me parece inevitable (y obligatoria) para establecer, en breve síntesis editorial, una relación amigável y pacificadora entre los textos que presentamos en esta nueva edición de la Revista Philos.

Henri Matisse se preguntaba «¿Que puedo yo escribir?». Pues reflexiono la misma pregunta, aún un poco perdido entre las palabras destacadas que contribuyen para la composición majestosa de la Philos #17. Son diecisiete números, diecisiete cuadernos, diecisiete oportunidades juguetear con la mente de nuestros lectores. Por primera vez, la sucesión de la imagen sobre el texto representa un diálogo directo con aquello que él tiene a decir. Invitamos el artista argentino, Mario Gimenez, para colaborar en la dirección de arte de ese mes de junio. El ilustrador trabajó incansablemente en la creación de imágenes que conversaran en los interlineados con los trabajos de nuestros autores.

Sexualidade, cuestionamientos, crítica, romanticismo, soledad, intempéries del tiempo y del corazón; algunos de los temas recurrentes de este cuaderno. Nuestros columnistas versan sobre filosofía y el juego de datos divino y gritos necesarios para hablar de feminismo y mujeres en la literatura. Son muchas voces, muchas reflexiones y trabajo en conjunto.

La imagen de portada es un óptimo ejemplo ilustrativo para el trabajo que hicimos hasta aquí: todo hecho a mil manos. A quién tiene paciencia de leer, pido que lo haga con delicadeza. Nuestro papel es así puramente espectacular. Esta revista fue concebida con ese espíritu.


Philos #17

Atravessando a rua, por Paulo Emílio Azevêdo
Quem cuida das flores, por Caio Lobo
O outro, por Sonia Regina Rocha Rodrigues
Fet Seck, le veggente, da Alberto Arecchi
A velha fotografia, por Vitor Martins
Couro curtido, por Dan Porto
Mulheres na literatura, por Munique Duarte
Otro grito necesario, por Oriette D’Angelo
Juego de dados, por David Ortega
Búzios estelares não decolam, por Kátia Gerlach
Sobre sapos, sapatos, príncipes e artefatos, por Emanuela Rodrigues

Neolatina #17

Mostra di poesia italiana, da Daniela Balestrero
Mostra di poesia italiana, da Fabio Strinati
Mostra de poesia lusófona, por Larissa Reggiani Galbardi
Mostra de poesia lusófona, por Francisco Carvalho
Mostra de poesia lusófona, por Fábio Luís Vasques Silva
Mostra de poesia lusófona, por Lucrecia Welter
Muestra de poesía española, por Mar Rayó González
Mostra di poesia italiana, da Michela Zanarella
Muestra de poesía española, por Cristina Gálvez Martos
Mostra de poesia en catalá, por Mar Rayó González

Entrevistas

L’art, ça va de soi!, pour Ingrid Maillard

Artes visuais

RAIA, por Magda Fernandes & José Domingos

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Download/Descarga
Philos #17
Neolatina #17

Para realizar o download dos cadernos da Philos #17 e do Dossiê de Literatura Neolatina #17, clicar sobre as imagens das capas ao lado. Para realizar el download/descarga de los cuadernos de la Philos #17 y del Dossier de Literatura Neolatina #17, haz click sobre las imágenes de portadas al lado.

 

Posted by:Souza Pereira

Souza Pereira (Recife, 1994). Escritor e Editor chefe da Revista Philos. Biomédico e Mestre em Genética pela Universidade Federal de Pernambuco. Cursou História crítica e social do pensamento, da literatura e das Artes (Portugal). É co-fundador da casa editorial Camará Cartonera e do Espaço Cultural Maus Hábitos (Brasil). Autor dos livros A tarde dos elefantes e outros contos (2014), Polissemia (2015) e Olhos de Onda (2016). Artista visual e colaborador do Espacio Cultural Violeta (Chile) e do Colóquio Escrever nas Margens (Portugal). Colabora com diversas revistas de literatura latina na Europa e América Latina.

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