Escrever para o nada

Escrever é amar um quem, um alguém, um onde.
É um olhar sem esperanças, um amor só de lembranças,
É como se fosse uma dança sem par, um ser só, a mesma coisa de amar-se só,

Ou conversar sozinho nas horas vagas de sua vida.

Escrever? Pra mim, é ser poeta, é viver, e se reinventar em todos os momentos.
Escrever? Me dá o poder de argumentar e transformar as palavras em sentimentos pulsantes.
Inquietos, e depois os guardo calado dentro de mim.

Escrever é assim, como amar,
Não esperar respostas e nem dor,
É uma meta de promover respostas adaptativas pra si.

Reduz respostas ineficientes, e leva o indivíduo a uma nova situação.


Benedito Teixeira Pires Filho (Itapipoca, 1992). Acadêmico de Enfermagem da Universidade Estadual Vale do Acaraú-UEVA, Técnico de Enfermagem.

Posted by:Jorge Pereira

Jorge Pereira (Recife, 1994). Produtor cultural e agente literário baseado no Rio de Janeiro. Fundador da Casa Philos e editor-chefe da Revista Philos. Curador de festivais literários e membro do Oi Kabum! LAB do Oi Futuro.

Uma resposta para “Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Benedito Teixeira Pires Filho

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