Divinos amores

A serenidade é fina transparência,
Transbordando-se em gotas de orvalho
Por onde a suavidade doce do alento
Busca encontrar o profundo da calma
Das almas que estão,
Como transbordantes rios,
Trazendo as correntezas da vida,
Que vivem se expondo nas luzes
Serenadas dos luares replenos
De Divinos Amores…
Que fluem do Coração dos Anjos
Fluindo, evoluindo, infinitamente,
Intuindo as emotivas expansões
Do nosso universo interior.


Odenir Ferro (São Paulo, 1990). Escritor, poeta e Embaixador Universal da Paz.

Publicado por:Jorge Pereira

Recifense, produtor cultural, editor-chefe da Revista Philos e criador da Casa Philos.

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