Eterno Amor

Quero criar um pedacinho de Oásis no meu encanto
Quero recriar todo um Oásis no seu encanto,
Onde possa redefinir as raízes do meu canto.
Ao retornar aos meus ouvidos esses ecos
Que perfazem as linhas do eterno amor
Que envolve as brisas dos desejos,
Que circundam a força do esplendor
De sentir, no topo da vida, o ardor
Das emoções fluindo em puras cascatas
De luzes incandescentes, nos artifícios,
Dos fogos que caem como ondas do seu céu.
Para iluminar a beleza desse eterno amor,
Que incendeia o brilho da luz,
Quando os olhos meus
Cintilam para os teus.


Odenir Ferro (São Paulo, 1990). Escritor, poeta e Embaixador Universal da Paz.

Posted by:Jorge Pereira

Produtor cultural e agente literário pernambucano baseado no Rio de Janeiro e São Paulo. Fundador da Casa Philos e editor-chefe da Revista Philos. Curador de festivais literários e de arte contemporânea.

Uma resposta para “Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Odenir Ferro

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