As flores vibram (apenas luz)

Tão pura e delicada! Em brisa ao canteiro de flores. E a observo com tanto fulgor, em movimento sutil ao sol que fulge o alvorecer (do pomar…).
Tão leve e frágil aos horrores humanos que a destrói! (Nos descaminhos).
Destrói a essência, que se ausenta ao ímpio homem em seu (dia-a-dia).

Ao tocá-la com amor, percebo a dor…
O silêncio, ou o canto dos pássaros? Qual deseja?
Desejo tocar, sentir e, se possível, ouvir a brisa forte do (amor).

Em fluído puro, tento absolver uma luz a caminho do meu ser. (que tento acender…).
É apenas uma flor, tão límpida exposta ao sol…


Gustavo Souza (Piranhas, Alagoas, 1992). Graduado em História pela Universidade Federal de Alagoas de Delmiro Gouveia, Campus Sertão, e tendo publicado em revistas e antologias brasileiras diversas poesias, poemas e prosas.

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Publicado por:Jorge Pereira

Recifense, produtor cultural, editor-chefe da Revista Philos e criador da Casa Philos.

Um comentário sobre ldquo;Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Gustavo Souza

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