A Casa Philos na 16° Festa Literária Internacional de Paraty abrirá suas portas entre os dias 25 e 29 de julho na Academia do Samba na Rua Dona Geralda, em Paraty. Com o tema “Escrevendo nas margens: visibilidades e visualidades” a Casa vai trazer ao cerne de suas discussões temas como literatura negra contemporânea, literatura LGBTQ+, cultura neolatina, artes visuais, diversidade, identidade e memória, patrimônio, economia criativa, mercado editorial e coesão social na Ibero-América.

O projeto é uma realização da Philos – Revista de Literatura da União Latina e da Editora Kazuá, com apoio institucional da Estante Virtual, da Revista Lavoura, Livraria Blooks, Editora Cândido, e da SEGIB – Secretaria Geral Ibero-americana. A programação conta com a curadoria geral de Jorge Pereira e co-curadoria de Cristina Judar, Arthur Lungov, Thassio Ferreira, André Balbo, Lucas Verzola, Daiane Ciriaco e Aline Maia.

Mais de 50 artistas convidados de todas as regiões do Brasil realizarão atividades na Casa Philos nos cinco dias de eventos. 

A programação completa da Casa Philos na 16° Festa Literária Internacional de Paraty pode ser conferida abaixo:

Quarta-feira, 25 de julho de 2018

Às 20h – Abertura da Casa Philos na Flip com a Vernissage da exposição “Usina da Alegria Planetária”, de Bukuritós AruandaEvandro Rhoden e vídeo de abertura de Boaventura de Sousa Santos e Gemma Gorga.

Quinta-feira, 26 de julho de 2018

Às 10h (Térreo) – Para além da escrita: a condução da própria carreira literária – os desafios do escritor independente com os escritores André Timm, André Balbo, Bárbara Teles, Valéria Martins, Roberto Menezes e mediação de  Ana Rusche.

Às 14h (Mezanino) – Narrativas em processo: novas literaturas, os clássicos e as pertinências dos mitos com Felipe Franco Munhoz, Adriana Sydor, Aline Bei, Haroldo Dória e mediação de Stéphane Cao.

Às 16h (Térreo) – Editoras independentes: o papel das pequenas casas editoriais – diversidade, inclusão, conquistas e a busca por espaço com os editores Maíra Nassif (Relicário Edições), Laís Barros Martins (Editora Laranja Original), Eduardo Lacerda (Editora Patuá), Paula Cajaty (Editora Jaguatirica) e mediação de Marcelo Nocelli (Editora Reformatório).

Às 16h (Mezanino) – Percursos estéticos – o teatro do oprimido com Bárbara Santos, Lucia Morais e mediação de Francisco Alves.

Às 18h (Mezanino) – Metonímia da linguagem prisional: o cárcere, as desigualdades e a coesão social com Lucas Verzola e mediação de Priscila Urpia.

Às 20h (Mezanino) – Lançamento do livro “Amor” de Negra Anastácia com mediação de Evandro Rhoden.

Sexta-feira, 27 de julho de 2018

Às 10h (Térreo) – Visibilidades e visualidades LGBTQ+ na literatura brasileira e as novas fabulações da figura paterna com Mike Sullivan, Diogo Luiz e mediação de Alexandre Rabelo.

Às 10h (Mezanino) – Multiplicidade da arte com Regina AlonsoLuci BrandmillerRenato Di RenzoNúbia Bento Rodrigues e mediação de Cícero Nepomuceno.

Às 14h (Térreo) – Quando é poesia? Sobre feitura, vendagem e ofício da produção com Bell Puã, Letícia Brito, Poliana Martins e mediação de Daiane Ciriaco.

Às 16h (Térreo) – Hilda Hilst: Quando o teatro conversa com a sociedade com Beatriz Azevêdo Adilson Dias com mediação de Paulo Sabino.

Às 18h (Mezanino) – Poesia política com Viviane Laprovita, Dimitri BR, Rennan Leta e mediação de Yassu Noguchi.

Às 20h (Térreo) – Caminhos da literatura: entre a academia, a trajetória editorial e o reconhecimento diálogos de João Anzanello Carrascoza, Estevão AzevedoVolnei Canônica.

Às 21h00 (Mezanino) – Satyriase – leituras sensoriais e textos eróticos com Luiza Pastor e Ana Alves Alencar.

Sábado, 28 de julho de 2018

Às 10h (Térreo) – A cidade como obra de arte – outros espaços para (re)leituras e (des)escritas com Luiz Cláudio dos Santos, Max Medeiros e mediação de Paulo Emílio Azevêdo.

Às 10h (Mezanino) – Onde mais houver poesia com José Vechi, Walfredo Luz, Felipe Ribeiro e mediação de Yuri Dinalli, lançando o livro Pedro Pedreira, Pedrada & Pedregulho.

Às 14h (Mezanino) – Visibilidades e visualidades LGBTQ+ e as novas representações da mulher na literatura com Ana Libânio, Julia Mascaro, Paula Fábrio e mediação de Cristina Judar.

Às 16h (Térreo) – Centralidades periféricas: Reflexões sobre a literatura negra contemporânea com Hamilton Borges, Ellen Oléria e mediação de Aline Maia.

Às 18h (Mezanino) – Revistas literárias – linguagens do contemporâneo com Rodrigo Novaes (Revista Gueto), Arthur Lungov (Revista Lavoura), Yassu Noguchi (Jornal Plástico Bolha), Natália Figueiredo (Estante Virtual) e mediação de Thássio Ferreira (Revista Philos), com lançamento da Revista Philos impressa #2.

Às 20h (Mezanino) – Territórios das palavras – coesão social e literatura na Íbero-América com Gisele Selmar Correia (curadora do Flipoços), Vanessa Ratton, Leila Vilhena (SEGIB/Labicar) e mediação de Jéssica Balbino.

Às 21h30 (Mezanino) – Satyriase – leituras sensoriais e textos eróticos com Luiza Pastor e Ana Alves Alencar.

Domingo, 29 de julho de 2018

Às 10h (Mezanino) – As vias de criação de uma nova literatura brasileira com Giulia Ramos, Sara Albuquerque, Rafael Zveiter e mediação de Flávia Bechtinger.

Às 11h (Térreo) – Visibilidades e visualidades – Mulheres em cena com Ezter Liu, Talita Silveira FeuserLara Braga e mediação de Hélen Queiroz.


Posted by:Jorge Pereira

Jorge Pereira (Recife, 1994). Produtor cultural e agente literário baseado no Rio de Janeiro. Fundador da Casa Philos e editor-chefe da Revista Philos. Curador de festivais literários e membro do Oi Kabum! LAB do Oi Futuro.