Morrer não vale elegância, um conto de Victor Grizzo

Pare de morder a boca. Está louca? Morrer não vale elegância. Marcou os lençóis todo com sangue. Está toda arranhada. Esfrega a pele para livrar-se do invólucro do passado. Não percebe? Assim vai morrer. Pare de bater a cabeça. Olhe, acabou de amassar o lado direito. Está vazando. Aquela noite é justificativa falha para definhar […]

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