Morte, tempo e historiografia: alguns apontamentos a partir dos candomblés brasileiros, por Bárbara Pinheiro Baptista

Ensaio defende uma historiografia crítica e plural que, ao valorizar memórias, vozes marginalizadas e temporalidades diversas, rompe com visões eurocêntricas e rígidas da história para reconhecer a complexidade e a persistência dos “passados que não passam”.

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“Marabunta” na Mitre Galeria BH: colapso, memória e resistência na América Latina

Sob curadoria de Paulo Nazareth, os artistas Adán Vallecillo, Alejandro de la Guerra, Ana Tomimori, Aníbal Lopez, Bruno Baptistelli, Carolina Cordeiro, Edgar Calel, Jennifer Paiz, Jorge de Leon, Luana Vitra, Marcel Diogo propõem leituras viscerais sobre a condição latino-americana em tempos de crise, ruína e reinvenção.

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Thaís Zakï Tembo — Ensaios para PINDORAMA: Descendentes panorâmicos

[…] não há limite para a perversidade na filosofia de branquitude… As técnicas de genocídio não eram apenas físicas, mas também culturais e psicológicas.

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