A violência contra as mulheres atingiu um nível insustentável. A cada seis horas, uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil; ao final de cada mês, contamos cerca de 120 corpos.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
A violência contra as mulheres atingiu um nível insustentável. A cada seis horas, uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil; ao final de cada mês, contamos cerca de 120 corpos.
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Ensaio defende uma historiografia crítica e plural que, ao valorizar memórias, vozes marginalizadas e temporalidades diversas, rompe com visões eurocêntricas e rígidas da história para reconhecer a complexidade e a persistência dos “passados que não passam”.
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“QuatroTantos” é o novo quadro da revista Philos. Idealizado por Alessandro Araujo, questiona quatro formas de se usar a literatura, amontoa e troca palavras, procurando vozes atuais e as suas oralidades, linguagens, estruturas narrativas e estéticas.
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TRÓPICOS MECÂNICOS (MUEDA): Teatro Griot, Felipe M. Bragança e Catarina Wallenstein apresentam performance inédita que homenageia Ruy Guerra, dias 18 e 19 de julho, na Sala da Cinemateca do MAM–RJ.
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Mostra apresenta obras de renomados artistas afrodescendentes do Brasil e dos EUA, como Abdias Nascimento, Simone Leigh, Emanuel Araújo, Leonardo Drew e outros.
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[…] não há limite para a perversidade na filosofia de branquitude… As técnicas de genocídio não eram apenas físicas, mas também culturais e psicológicas.
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Com traduções de Sabrina Graciano, apresentamos o projeto “Antes de passar a fronteira”, com poemas de migrantes centro-americanos.
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Brasil Visual: série reflete como as artes visuais brasileiras foram impactadas pelos acontecimentos dos últimos anos no país e no mundo.
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“Tudo de novo no front” é um projeto multidisciplinar que investiga a noite paulistana e o centro da cidade com um recorte queer.
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[…] o africanismo como bússola orientadora da diáspora atlântica, reposicionando os sujeitos trazidos de forma compulsória e outrora escravizados para serem as mãos responsáveis pelo acúmulo da riqueza brasileira na gramática da alteridade.
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O rio me cobrava um posicionamento, eu precisava decidir para qual margem seguir.
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Alguns temas soam proibitivos ao universo masculino – é o que acontece todas as vezes que o assunto “estupro” vem à tona.
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Exposição coletiva estreia dia 2 de dezembro no MAC Niterói questionando a objetificação da mulher brasileira.
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“Moldo este objeto corpo com minhas mãos. Ele encaixa em meu colo, encaixa em meus braços, meus seios e pescoço. O encaixe é afetuoso, e o afeto assusta.”
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