[…] não há limite para a perversidade na filosofia de branquitude… As técnicas de genocídio não eram apenas físicas, mas também culturais e psicológicas.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
[…] não há limite para a perversidade na filosofia de branquitude… As técnicas de genocídio não eram apenas físicas, mas também culturais e psicológicas.
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Aceitamos ser Brasil, braseiro? E quem mantém essa fogueira acesa? Ainda são os herdeiros dos colonos que controlam o fogo? Ainda são os pretos, pardos e indígenas que continuam a ser consumidos e queimados por tantas violências?
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