Num sertão bem masculino voa no ar
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
Num sertão bem masculino voa no ar
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[…] Recife nunca chove no verão
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[…] Minha lagoa engolindo a sua boca
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Hoje até o sol sorriu de manhã
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Ora iêiê, odociá
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Outra mulher, outro fim, mesma dor.
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[…] Onde habita o silêncio entro sempre de pés descalços.
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[…] por essas e outras é melhor amar
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[…] Não me arranquem os ferrões…
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En moi pèsent l’histoire et la mer
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[…] forjo o verso pelas margens
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Corresse eu para a praia da infância, talvez encontrasse o que tanto procuro.
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Si soy río, cierto vacío.
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