O vento sussurra e te traz as lembranças inconscientemente, lembranças que, para viver, tens que morrer eternamente.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
O vento sussurra e te traz as lembranças inconscientemente, lembranças que, para viver, tens que morrer eternamente.
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O movimento tem música, mas o corpo onde está?
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Olhares erradios, toques, palavras, hálito febril…
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Olha o Saturno digerindo o mar!
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Quantos bateres lhe acudiriam à memória? O bater saltitante da criança, o bater sem cor e sem esperança…
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“lambo minha boca quente e tenho uma dor funda na barriga, profunda culpa de não ter sido.”
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“Minha composição poética é o brado que insinua ternura.”
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Afuera todo lo que vemos, vibra y permanece en constante cambio…
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“manhã cinzenta – um gato sonolento observa a chuva.”
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Ardores no coração, lágrimas escorridas pela face, tudo era profano e doía.
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construo uma prece, um mantra contido na palavra direção.
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Palavras de engano, de mentira e de gozo. Eis esta quimera que me deparei!
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Amar… traz um mar dentro de si.
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Amanhã é dia de brincarmos novamente, é dia de tu e eu rezarmos para toda gente.
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“vá ao sabor, à textura do coração.”
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há um mar visível e suspenso sobre nossas cabeças: céu.
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