#Frestas é a coluna da escritora Julia Peccini na Revista Philos.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
#Frestas é a coluna da escritora Julia Peccini na Revista Philos.
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O café era o primeiro cheiro que sentia; tirado do fogo do fogão; quentinho, direto para o coador de pano, antes de ir para escola.
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Asumir es, casi siempre, un acto de soberbia.
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Ainda bem que o tio Charles Perraut escreveu o Gato de Botas, em 1697.
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Não é inútil lembrar que Don Quixote de la Mancha conta precisamente as peripécias de um homem idoso adoentado.
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É preciso ser belo para possuir o belo? Ou ser rico? Ou não ter barrigas?
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Engraxei o sapato, pus o terno preto de festa, com a gravata borboleta, desci a escadaria e entrei num móvel – tocava “My heart will go on”.
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Quando estava na fila de compras, avistei Luíza, minha ex, empurrando um carrinho que continha caixas de cereais e uma criança.
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O homem pensava em emoldurar o quebra-cabeça, enquanto a mulher não conseguia ver espaço para aquilo, era melhor desmontar e guardar na caixa.
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[…] de allstar, dando duro para alimentar dois gatos, e indo pra labuta cheia de dúvidas na cestinha da bicicleta.
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[…] o surgimento do dinheiro, capitalismo e outras iguarias, pimenta, ouro, nióbio, pré-sal…
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O vento segredou-me ao ouvido e disse-me que o mundo andava perdido…
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Em límpidas águas, peixe vívido a nadar, tem que brotar flores…
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Adeus, meu binário Eu.
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Por que te fizeste lua desenhando pela rua velas vazias de vento?
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Espuma de sal, sigo o ioiô de verão, toca o celular
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