[…] há, pelo largo dessa praia, palmeiras de folhas com espinhos à ponta, e dão, lá no alto, uns frutos bojudos, de alaranjado vermelho…
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
[…] há, pelo largo dessa praia, palmeiras de folhas com espinhos à ponta, e dão, lá no alto, uns frutos bojudos, de alaranjado vermelho…
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Nada encontro e nada vejo, a dor me cega os olhos.
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Olhos pútridos e tochas acesas, um grito do inferno agrava as cidades.
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Poetizar es recordar o fotografiar lo que se siente.
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En cada hora pico soy huérfana de las orquídeas.
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Despido de pincéis, um dia desabará o mundo.
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Ti va se ci incontrassimo? Un caffè, se vuoi.
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La Filosofía no puede pretender seguir anclada en el pasado, y hacer regodeos banales.
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Quando a cebola estiver dourada, junte o copo de Cabernet Sauvignon e deixe cozer a cebola por mais um tempo.
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As palavras, como as abelhas, têm mel e ferrão.
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A arte é uma revolta contra o destino.
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Terminou o verão, época típica das baratas. Você encontrou alguma em sua casa?
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[…] o medo que gela os ossos, o medo de estar à mercê.
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Gosto de contar que quando me alfabetizei ganhei de presente um livro em rimas.
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Bebeu o último gole da vodka e amassou a bituca do cigarro no cinzeiro. Recostou-se na cadeira, jogou a cabeça para trás e fechou os olhos.
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Tudo aquilo era um mundo que parecia descolar-se de sua existência.
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