A ti, somente a ti cabe devorar-me, limpar do mundo a minha memória.
Leia mais
a revista das latinidades ISSN 2527-113X
A ti, somente a ti cabe devorar-me, limpar do mundo a minha memória.
Leia mais
Talvez amanhã, finalmente, a Avenida São Paulo, além das águas de março, seja banhada com um bruto vermelho.
Leia mais
Ao atravessar um prisma, sou um feixe de luz que se divide.
Leia mais
Dizei-me, Inspiração, há quanto tempo está morta.
Leia mais
Cá, o sol raia tão cedo, deixa tudo em exaustão.
Leia mais
Em suas sinuosidades, as conchas agasalham lamentos do simum, e rubricam as elegias dos mareantes afogados na dor.
Leia mais
Quantas rimas entoam as falas numa tarde de domingo?
Leia mais
Exalte o perfume que realça a rosa, sinta que a vida é continuidade.
Leia mais
Não te impeço fazer o que fazes, se me deixas pensar o que penso.
Leia mais
No brilho do delírio, nos coroamos com a flor do lírio.
Leia mais
Tudo é um pensar que assiste, acariciando e sussurrando nas paredes, cânticos de pura antipoesia.
Leia mais
Certa aversão à lua e às estrelas, à imensidão do Universo que se tornava clara, no céu do passado.
Leia mais
Eis aqui o mais cruel feito do Tempo: assassinar o sentidos…transformá-los em nada.
Leia mais
Nunca fui de observar a lua me olhando.
Leia mais
Javé, que se derreta com ardente amor, o peito Teu por esta gente.
Leia mais
O pouco que diz me toca a alma.
Leia mais