Em nossa quinta edição, talvez seja melhor passar em revista o caminho percorrido: não há nunca univocidade em nossas edições, o que se anseia é transpor os muros. «É na alma do ser humano que está sua essência.» Nela mora a beleza do divino, fonte das manifestações do amor, da compaixão, da humildade, da gratidão, do altruísmo, da felicidade, valores universais, nos quais o homem busca inspiração para sua tarefa maior, a transcendência na existência. De nossos autores emana o inesgotável manancial de possibilidades originais que apresentam em constantes processos de criação e sensibilidade, elemento fundamental do trabalho poético. Nas mesmas nuances, não esquecendo a difusa atividade minimalista e a quebra do senso lógico, Emanuela Rodrigues fotografa e ilustra nossa edição em dois eixos artisticamente semânticos: o da criação e o da observação; por outras palavras, o do sujeito e o do autor, que (se) opera à sua volta, o do eu e o do uso.


En nuestra quinta edición, tal vez sea mejor pasar en revista el camino recorrido: no hay nunca univocidade en nuestras ediciones, lo que se ansía es transponer los muros. «Es en el alma del ser humano que está su essência.» En ella vive la belleza del divino, fuente de las manifestaciones del amor, de la compasión, de la humildade, de la gratitud, del altruísmo, de la felicidad, valores universales, en los cuales el hombre búsqueda inspiración para su tarea mayor, la transcendência en la existencia. De nuestros autores emana el inagotable manantial de posibilidades originales que presentan en constantes procesos de creación y sensibilidad, elemento fundamental del trabajo poético. En las mismas concepciones, no olvidando la difusa actividad minimalista y la quiebra del senso lógico, Emanuela Rodrigues ilustra nuestra edición en dos ejes artísticamente semânticos: lo de la creación y lo de la observación; por otras palabras, lo del sujeto y lo del autor, que (se) opera a su vuelta, lo del yo y lo del uso.

Philos REPOSTER #5

Reflexões sobre a sociedade do espetáculo, por Caio Lobo
Meu cão, meu velho amigo, por Lucrecia Welter
Aquela, por Francisco Carvalho
Desamor, por Vagner Silva
Depois da realidade, por Vicente de Melo
O escritor patológico, por Emanuela Rodrigues

Neolatina #5

Mostra de poesia lusófona, por Benedito Teixeira Pires Filho
Mostra de poesia lusófona, por Hozana Bidart
Mostra de poesia lusófona, por Lucas Dantas
Mostra de poesia lusófona, por Fernanda Fraga
Mostra de poesia lusófona, por Aurilene Sampaio

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