Atlânticas – a arte pode servir como linguagem contracolonial e gramática de reparação aos corpos negros?
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
Atlânticas – a arte pode servir como linguagem contracolonial e gramática de reparação aos corpos negros?
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Com texto crítico de Ayrson e Beto Heráclito, mostra da Galatea Salvador coloca em diálogo a produção dos artistas baianos com fotografias e esculturas em madeira que datam desde a década de 1990 até o presente.
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[…] o africanismo como bússola orientadora da diáspora atlântica, reposicionando os sujeitos trazidos de forma compulsória e outrora escravizados para serem as mãos responsáveis pelo acúmulo da riqueza brasileira na gramática da alteridade.
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O rio me cobrava um posicionamento, eu precisava decidir para qual margem seguir.
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A PEC 45/2023 é a nova reorganização dos navios tumbeiros.
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“Tudo de novo no front” é um projeto multidisciplinar que investiga a noite paulistana e o centro da cidade com um recorte queer.
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Conheça a maior plataforma de mapeamento de artistas negros/as/es de todo o Brasil: o Projeto Afro.
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Na Philos você confere um ensaio exclusivo do recém-lançado livro “Bará”, do artista Gustavo Nazareno.
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Artista carioca abre ‘Novo Poder: passabilidade, Miss Brasil’ com obras inéditas, na Casa SP–Arte, na Vila Modernista.
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Para o Inclusartiz, Panmela Castro apresenta obras inéditas entre retratos, instalações, documentário e peças de roupas criadas durante sua estadia no Senegal.
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O Centro Cultural Sesc Quitandinha, em Petrópolis, será inaugurado com uma exposição que repensa a história do Brasil a partir de obras de doze artistas negros.
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Em conversa com a Philos o artista paraibano, Thiago Costa, fala sobre “firmar poemas” e o impacto das “ciências imigrantes” em sua obra.
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“Transcender os traumas sem apagá-los torna-se estratégia sacralizada em suas pinceladas”.
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Sagrado Favelado é uma mostra sobre corpos e suas relações, objetos e palavras apressadas que escapam do consciente do artista.
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[…] a leveza convicta das mãos que furtaram as velhas senhoras que passavam – eu senti a vida tão ligeiramente que quase palpável…
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A diáspora, a música e o canto na performance “A Maze in Grace” de Neo Muyanga com Legítima Defesa e Bianca Turner para a abertura da Bienal de São Paulo.
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