A fadista portuguesa Cuca Roseta reflete sobre o lugar do fado no mundo contemporâneo.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
A fadista portuguesa Cuca Roseta reflete sobre o lugar do fado no mundo contemporâneo.
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Juan Quintero Herrera analisa a obra de António Lobo Antunes, marcada por uma escrita densa e em fluxo de consciência, refletindo a solidão e a alienação do ser humano. Um artigo que espelha o desconcerto de Portugal no pós-ditadura e a própria condição universal da fragmentação contemporânea.
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“A bondade de estranhos”, marca a estreia da coluna “Gaveta Azul”, de Maria Bitarello na Philos.
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A editora Paula Cajaty apresenta sua recensão a “Cenas portuguesas”, publicado pelo Editorial Caminho (LeYa).
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#Frestas é a coluna da escritora Julia Peccini na Revista Philos.
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A grandiosa Gilda Oswaldo Cruz escreve sobre o exílio de Ovídio, poeta romano, cujas verdadeiras razões permanecem obscuras…
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Nem só de Amor vive Afrodite, de Julia Peccini, é um verdadeiro encontro de linguagens para significar uma obra que contempla a fragmentação do dizer.
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Indicamos a exposição “Refracções Camonianas em Artistas do Século XXI — Ut Poesis Pictura”, com curadoria de Maria Bochicchio, que acontece no Museu Nacional de Machado de Castro.
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A história da travessia e a invenção do Brasil a partir das mulheres é o tema do novo clipe do artista em parceria com o duo português Lavoisier.
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[…] deixando um sorriso ganhar asas e pela graça do sol ser malmequer de luz.
Leia mais“Olha o mundo” é o novo poema da coluna “Pomar de brancas flores”, de Pedro Belo Clara.
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“Já setembro se passeia de braços abertos pelo jardim exalando oiro”.
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Nossa colunista conta a trajetória da grande escritora portuguesa, Augustina Bessa-Luís.
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