Nem só de Amor vive Afrodite, de Julia Peccini, é um verdadeiro encontro de linguagens para significar uma obra que contempla a fragmentação do dizer.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
Nem só de Amor vive Afrodite, de Julia Peccini, é um verdadeiro encontro de linguagens para significar uma obra que contempla a fragmentação do dizer.
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[…] água paira um instante no ar abrindo o prisma de um breve arco-íris e depois prossegue esquecida do vôo…
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Pinakotheke São Paulo lança livro e exposição “Rubem Valentim (1922-1991) – Sagrada Geometria”, para celebrar o centenário desse extraordinário artista, que fez do sagrado sua vida e obra.
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De pé, ali o vislumbrava olhando a sinfonia deslumbrante orquestrada pelos raios do sol poente, quando por momentos os dois se fundiram em um e ambos submergiram nas pacíficas águas do quente Atlântico.
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Como dizer agora o que dizia o corpo, se a ausência já é a matéria da nossa comunicação?
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[…] O deslumbramento e a devassidão da imagem fotográfica alertam-nos para um analfabetismo do silêncio.
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[…] para nos olhos morrer antes da viagem sem nome…
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[…] deixando um sorriso ganhar asas e pela graça do sol ser malmequer de luz.
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As histórias de Berlin estão repletas de segundas oportunidades. Todo o pecador tem segundas e terceiras chances…
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[…] um gato deita-se ao vazio como lentos os amantes morrem nos braços do amor…
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Apresentamos três poemas escritos por Florbela Espanca em sua juventude.
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De Portugal, Lu Lessa Ventarola escreve sobre um ensaio acerca da hospitalidade.
Leia mais“Olha o mundo” é o novo poema da coluna “Pomar de brancas flores”, de Pedro Belo Clara.
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São como as rosas as pequenas coisas que a tudo conferem o brilho das estrelas.
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[…] Seria eu poeta apenas por hábito da espécie?
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[…] Cogitaram sequelas de sua deriva histórica pelo mar.
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