O que nós precisamos é de silêncio; mas o que o silêncio precisa é que eu continue a falar.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
O que nós precisamos é de silêncio; mas o que o silêncio precisa é que eu continue a falar.
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O medo e a esperança não estão igualmente distribuídos por todos os grupos sociais ou épocas históricas.
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Principio: nudez del techo del crânio al suelo de los dedos
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Reabertura da recepção de originais pela Revista Philos para publicações mensais em 2018.
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Tens um modo muito próprio de me assegurar que não sou eu que estou doida, mas sim o mundo à minha volta.
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Começámos então a inventar novas entidades, reconjugando as suas partes, tentando criar-lhes feições no limite entre o verosímil e o monstruoso.
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O vento segredou-me ao ouvido e disse-me que o mundo andava perdido…
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Por que te fizeste lua desenhando pela rua velas vazias de vento?
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Perdido entre canais de filmes, séries e variedades, procura qualquer coisa incansavelmente pelos botões do controle remoto…
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Shakespeare, Mendelson e Chagall. Subtil, a aurora desliza noite adentro. Vénus regressa.
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Começamos por introduzir insistentemente a imperfeição da mão como instrumento da ação humana em tudo o que fazemos.
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Então deixou-se estar deitado. E apesar da fome e do cansaço, esboçou um sorriso que jamais alguém vira.
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Quantos bateres lhe acudiriam à memória? O bater saltitante da criança, o bater sem cor e sem esperança…
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Mas, celibato não há que amenize este querer-te toda por querer! Busco um pecado que me poemize.
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Não te impeço fazer o que fazes, se me deixas pensar o que penso.
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No brilho do delírio, nos coroamos com a flor do lírio.
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