De galhos tão altos, já quase sem vida, nos quais todo dia um bem-te-vi vem cantar…
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
De galhos tão altos, já quase sem vida, nos quais todo dia um bem-te-vi vem cantar…
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“Antes da morte, contraio-me na dor de um prazer infinito que se provou”.
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Por qual razão a essência exorta o espírito que à láurea augura?
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“Haverá, na maioria das vezes, decepções e amarguras”.
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“Que tristes e transparentes são agora na minha memória aqueles primeiros sorrisos mexicanos.”
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“A televisão ligada com o intuito de ter sobre quem destilar frustração: políticos, ladrões, assassinos, estupradores, todo um mundo aprisionado na caixa colorida, seu frágil contato com a realidade.”
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E agora com os americanos ficando malucos? Votam em um homem sem sentido! Que será de nós neste cantinho?
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O Estado, o capital e a desconstrução do ser humano na narrativa de Márcio Cruzeiro.
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O outro lado da sua alma. A identidade de nomes, pessoas e lugares, os traços humanos, comuns e originários, as desmedidas propensões fraternais e culturais, os hábitos alimentares e sociais, as manias, as vaidades, os orgulhos, as presunções, as medidas e as desproporções, as lógicas, superstições e místicas. As idiossincrasias, as pretensões, as crendices, o…
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Na manhã em que Rodrigo ficou sabendo que o seu pai havia morrido, foi trabalhar. Antes, tomou, como de costume, um banho de quatro minutos e meio, meia xícara de café e comeu uma torrada com manteiga. Vestiu calça e camisa e apertou-se no último vagão do metrô. Usou a desculpa de ter de trabalhar…
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Leandro Jardim apresenta o seu terceiro conto para sua sessão de colunas da Philos.
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“O silêncio, promulgado pelo autoritarismo, não diz nada”.
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Um azul ultramarino para estimular o espírito.
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Arsênico: La poesía contemporánea en la música de Romero Ferro.
Leia mais“O meu apartamento ficava no quarto andar e, da varanda, era possível ver a casa 26 que, aos fins de semana, enchia toda a rua de música. Ninguém reclamava”.
Leia mais“Como se fizesse da areia neve, permitindo que a brisa por mim passe, que meus pensamentos a onda leve…”
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