“A maldição é ainda pior durante silêncios desconfortáveis”.
Leia maisDossiê de Literatura Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por André Kaires
“Acordei peixe, era plasma. Dormi concha, era espera”.
Leia maisO coro das Oceânidas – uma nova aurora dramatúrgica, por Roman Lopes
“Quando a violência já se tornou parte do nosso organismo, restam apenas as cinzas do vazio”.
Leia maisDossiê de Literatura Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Alessandra Almeida
“Dom divino ou puro mérito? Eis o sacerdócio do poeta”.
Leia maisPássaros azuis, por Souza Pereira
“No dia em que nos encontramos, o céu era azul e as ondas ondeavam lentamente os mares do sul”.
Leia maisJabuticabeira, Rafaella Rímoli
“É preciso afundar no buraco do sofá preto da sala da casa dos avós. É preciso sentir saudades”.
Leia maisDistância, e quanto (ao) tempo?, por Vagner Silva
” Ó tempo, diz pra distância que não se brinca com o verdadeiro amor, pois, quando contrariado, ele é fogo consumidor”.
Leia maisBlues carnaval, por José Angelo Rodrigues
“Em algum momento, aceitei a ideia de que passar o carnaval dentro de um iglu de concreto, num camping, à beira do mar, seria uma coisa boa”.
Leia maisDossiê de Literatura Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Mariana Silva Villela
“Fios vermelhos tecem o confiar, entregues em contos vívidos, tímidos, acolhidos no escutar”.
Leia maisDossiê de Literatura Neolatina: Mostra de poesia lusófona, por Jessyca Santiago
“Pardal no ninho, descobre suas asas rumo ao azul”.
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Regras da casa, por Cinthia Kriemler
“Desfez-se de tudo isso. Mantras sem serventia. Ensinados por gente que não erra. Ou diz que não. Gente que não conhece a desistência. Que nunca partilhou de um desmonte”.
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Segredos da vida a cada 5 minutos, por Leandro Jardim
“Autoconfiança é acreditar em si, na sua capacidade, na sua potencialidade apesar do destino. E apesar dos fracassos”.
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A cidade do Recife escrita pelos sujeitos autores das cartas de leitor: uma cidade, muitas histórias, por Andrea de Souza e Silva
Primeiro artigo da série de publicações especiais “Identidade e Memória em Manuscritos e Impressos Pernambucanos: língua, história e cultura através dos textos”.
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A armadilha gramatical, por Caio Lobo
” O rótulo é o engodo de que se serve o homem, tanto para matar, destruir e provocar o caos, quanto para pacificar e harmonizar. A palavra é faca de dois gumes.”
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Autorretrato, (des)materialização da imagem, por Magda Fernandes e José Domingos
“Toda e qualquer interferência entre a realidade e a formação da sua imagem compromete a veracidade da fotografia.”
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Pedro Cabano, por João Wilson Savino Carvalho
“[…] A vida em sua cidade natal, às margens do rio Mutuacá, era o próprio retrato do tédio.”
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