“Tudo de novo no front” é um projeto multidisciplinar que investiga a noite paulistana e o centro da cidade com um recorte queer.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
“Tudo de novo no front” é um projeto multidisciplinar que investiga a noite paulistana e o centro da cidade com um recorte queer.
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“Será o Benedito?”, da artista Fátima Farkas, no Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, no Rio, resgata a memória das lutas raciais no Brasil.
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CAIXA Cultural Brasília recebe “Solfejo”, do artista Felippe Moraes, uma exposição pautada por uma investigação sobre o som e as vertentes da música, atravessadas pela física e pela espiritualidade.
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Nara Roesler Rio apresenta “Pequenas Alegrias”, de Bruno Dunley, um dos expoentes da nova e preeminente geração de pintores brasileiros.
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Festival Vórtice abre inscrições, até o dia 3 de maio, para artistas que desejam participar da 3ª edição do evento.
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Numa nova sequência de webinars da Philos apresentamos “Latinoamérica Viva — do México ao Cono Sul”, um passeio pela literatura de língua espanhola dos clássicos ao contemporâneo.
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Pinturas inéditas de Tomie Ohtake evocam imagens da natureza, do cosmos e revelam uma artista mais próxima das tradições orientais e do ensō no zen-budismo.
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Mostras de Marcela Cantuária, Cadu e Nathan Braga terão abertura simultânea no Paço Imperial, no Rio de Janeiro.
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“Vórtex”, na OMA Galeria, apresenta trabalhos de cerca de 40 artistas de diferentes regiões do Ceará.
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Pedro Carneiro faz agora sua maior individual, que vai ocupar o Sesc Madureira; e que fala sobre fé, a religiosidade, o sonho e a sobrevivência diante da violência e do racismo.
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Apresentamos as melhores obras, artistas e galerias da edição comemorativa de vinte anos da SP–Arte.
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SP–Arte comemora 20 anos sendo reconhecida como uma peça-chave no desenvolvimento do cenário artístico brasileiro, fortalecendo a presença do país no diálogo cultural internacional.
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Jogando com as suas formas, cores e movimentos, artista ressignifica lonas utilizadas nos bailes funks do Rio de Janeiro.
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Exposição da Galatea coloca em diálogo a produção dos artistas entre os anos de 1950 e 1990, tendo como eixo as múltiplas e diversas formas de existir, narradas no trabalho da dupla e resgatando a cumplicidade do casal pernambucano na arte.
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“Como é bom viver em Mato Grosso” traz obras que marcam a trajetória do artista do final dos anos 1970 até os dias atuais.
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“Diásporas asiáticas” do Instituto Tomie Ohtake apresentaprograma composto por três exposições e um programa público com encontros, oficinas e debate.
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