Mas, celibato não há que amenize este querer-te toda por querer! Busco um pecado que me poemize.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
Mas, celibato não há que amenize este querer-te toda por querer! Busco um pecado que me poemize.
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A ti, somente a ti cabe devorar-me, limpar do mundo a minha memória.
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Talvez amanhã, finalmente, a Avenida São Paulo, além das águas de março, seja banhada com um bruto vermelho.
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Ao atravessar um prisma, sou um feixe de luz que se divide.
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Dizei-me, Inspiração, há quanto tempo está morta.
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Cá, o sol raia tão cedo, deixa tudo em exaustão.
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Em suas sinuosidades, as conchas agasalham lamentos do simum, e rubricam as elegias dos mareantes afogados na dor.
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Quantas rimas entoam as falas numa tarde de domingo?
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Exalte o perfume que realça a rosa, sinta que a vida é continuidade.
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Não te impeço fazer o que fazes, se me deixas pensar o que penso.
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No brilho do delírio, nos coroamos com a flor do lírio.
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Tudo é um pensar que assiste, acariciando e sussurrando nas paredes, cânticos de pura antipoesia.
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Sessão de Artes Visuais: Experimentações e expressões descritas pela poética do acaso.
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“La dieta de Maduro te pone duro”.
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Sob o poder dos sequestradores, Pietro Paolini permanecia com o cérebro mole e os pés em gélida nudez.
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Os sonhos que tinha desde menina, realizados ou não, a evidente perda de alguma inocência, a aparente manutenção de certa ingenuidade…
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