Eu que caminho entre 8 e 80 não deixei isso de lado em meu Top 8 da feira.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
Eu que caminho entre 8 e 80 não deixei isso de lado em meu Top 8 da feira.
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Em exposição no Instituto Cervantes do Rio de Janeiro, a fotógrafa espanhola Beatriz Ruibal transforma objetos em vestígios de memória e aproxima fotografia, ausência e história.
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Exposição “Amazônicas: Poéticas femininas” chega ao CCBB RJ. Inaugurada na semana do Dia da Amazônia, mostra terá obras de artistas mulheres do Pará, Acre e Amazonas, e também será apresentada no metaverso, com experiência imersiva.
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Em ‘O Sorriso Etrusco’ (1985), José Luis Sampedro acompanha a jornada de Salvatore Roncone, um velho camponês calabrês que deixa sua terra natal para tratar uma doença em Milão.
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Em homenagem à trajetória da artista plástica Renata Laguardia, a WG galeria apresenta a mostra “Pleno acaso”. Com curadoria de Ana Avelar, a exposição individual reúne apenas trabalhos inéditos em pinturas, que trazem novos estudos de paisagens, vegetação, retratos de grupos, temas da psicanálise, memórias, resíduos e zonas de apagamento.
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MARMITA, exposição coletiva com curadoria de Ulisses Carrilho na Anita Schwartz Galeria de Arte, reúne artistas de diferentes gerações para investigar as relações entre trabalho, fome e desejo a partir de um dos objetos mais simbólicos do cotidiano brasileiro.
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Em Água da Mata, Miguel Penha Chiquitano apresenta pinturas inéditas inspiradas em sua vivência nos biomas brasileiros e em sua ancestralidade indígena.
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Daniel Senise volta ao Paço Imperial após 32 anos com “Os dois lados da janela”. A mostra reúne 59 obras produzidas entre 2000 e 2026, incluindo trabalhos inéditos e séries marcantes, oferecendo um amplo panorama de sua trajetória artística. Confira com exclusividade!
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Galeria Danielian apresenta a coletiva “AINDA BEM” e a individual “As feras/Às feras”, exposições que atravessam crítica institucional, memória, território e disputas simbólicas na arte contemporânea brasileira.
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Em “Candura”, a autora revisita seis anos de escrita para construir um livro visceral sobre estupro, saúde mental e reconstrução do corpo como território de resistência.
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Nova exposição do Centro Cultural Sesc Quitandinha, no Rio, reúne obras de artistas indígenas do Brasil.
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Os Yanomami dizem que, para saber verdadeiramente sobre uma pessoa, é preciso se esforçar para sonhar com ela e guardar a imagem dela em si.
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O multiartista Victor Grizzo apresenta “O resto do que não puderam destruir”, um conto de sua coluna Memórias Artificiais.
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