La poesía es un eco tenue de la muerte.
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a revista das latinidades ISSN 2527-113X
La poesía es un eco tenue de la muerte.
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Então deixou-se estar deitado. E apesar da fome e do cansaço, esboçou um sorriso que jamais alguém vira.
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Pelos sindicatos dos trabalhadores, pelos movimentos em luta pela terra e pela moradia, pelos movimentos em luta contra a homofobia, o racismo e pelos que lutam por democracia.
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Você não sente, não vê, mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo. Que uma nova mudança, em breve, vai acontecer.
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Olhares erradios, toques, palavras, hálito febril…
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Olha o Saturno digerindo o mar!
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Dentro il mio io interiore, a volte triste e in solitudine…
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Quantos bateres lhe acudiriam à memória? O bater saltitante da criança, o bater sem cor e sem esperança…
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“lambo minha boca quente e tenho uma dor funda na barriga, profunda culpa de não ter sido.”
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“Minha composição poética é o brado que insinua ternura.”
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Afuera todo lo que vemos, vibra y permanece en constante cambio…
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“manhã cinzenta – um gato sonolento observa a chuva.”
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Ardores no coração, lágrimas escorridas pela face, tudo era profano e doía.
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Entrevistamos a artista mineira Anna Luiza Magalhães, curadora de arte da Philos Reposter #2.
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O texto se abre antes da cortina.
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construo uma prece, um mantra contido na palavra direção.
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