De surpresa inauguramos uma nova edição. Para nós, uma das mais belas e criativas publicadas no nosso primeiro ano como revista literária. Nesta quarta edição da Revista Philos, republicada como parte do projeto Philos Reposter; navegamos num mar repleto de congruências sociais, cheio de significações.
Maio é mês de falar de lutas, de revoluções, do maio de 69, de mulheres, da não subserviência feminina, e do processo de (re)construção da mulher nas instâncias de gênero, nas relações e diálogos humanos, na aceitação e na percepção da presença (e diferença) do outro.
Para isso, convidamos a sereia não binária, interiorana, porém praieira, transregional, transformadora, transcultural, tri transcendental, que viola a torção, triangula o tocândulo e zatuca a zabumba das transdicionais músicas brasileiras. A ativista transfeminista, artista plástica, ilustradora, pesquisadora sem compromisso acadêmico em identidades de gênero e expressão de diversidade sexual: Ella Vieira.
A artista nos conta que é motivada pelo amor e suas loucuras, pelas simplicidades: «Me encanto pela resistência e força da classe oprimida, sua história de vida.» Nos conta também que suas luzes poéticas são “as gargalhadas das travestis, o sorriso do corpo negro e as lágrimas derrubadas dos olhos dos homens trans”. No meio da conversa surge a frase: – “Nas felicidades estranhas eu me esbaldo”, que dá o título ao nosso editorial de maio de 2016.
Esta publicação é parte do Philos Reposter, um projeto de republicação de todo o material lançado pela editora Camará Cartonera em novo formato gráfico, com colaborações de novos ilustradores, fotógrafos e artistas visuais.


De sorpresa inauguramos una nueva edición. Para nosotros, una de las más bellas y creativas publicaciones de nuestro primer año como revista literaria. En esta cuarta edición de la Revista Philos, publicada como parte del proyecto Philos Reposter; navegamos en un mar repleto de congruencias sociales, lleno de significaciones.
Mayo es mes de hablar de luchas, de revoluciones, del mayo de 69, de mujeres, de la no servidumbre femenina, y del proceso de “(re)construcción de la mujer” en las vertientes de género, en las relaciones y diálogos humanos, en la aceptación y en la percepción de la presencia (y diferencia) del otro.
Para eso, invitamos la sereia no binaria, interiorana, sin embargo praieira, transregional, transformadora, transcultural, tri transcendental, que viola el torsor, triangula el tocândulo y zatuca la zabumba de las transdicionais músicas brasileñas. La activista transfeminista, artista plástica, ilustradora, investigadora sin compromiso académico en identidades de género y expresión de diversidad sexual: Ella Vieira.
La artista nos cuenta que es motivada por el amor y sus locuras, por las simplicidades: «Me encanto por la resistencia y fuerza de la clase oprimida, su historia de vida.» Nos cuenta también que sus luces poéticas son “las carcajadas de las travestis, la sonrisa del cuerpo negro y las lágrimas derrumbadas de los ojos de los hombres trans”. En medio de la conversación surge la frase: “En las felicidades extrañas yo me divierto”, que da el título a nuestro editorial de mayo de 2016.
Esta publicación es parte del Philos Reposter, un proyecto de republicación de todo el material lanzado por la editora Camará Cartonera en nuevo formato gráfico, con colaboraciones de nuevos ilustradores, fotógrafos y artistas visuales.

Philos REPOSTER #4

Os anjos da Terra, por Luciane Souza
Trailer, por Herbert do Nascimento
Tinha, por Francisco Carvalho
Desencantos, enganos do cotidiano, por Vinícius Pereira
Quase que preguiçosamente, por David Junior
Vontade ou condição, por Paloma Saints
E as borboletas, onde se escondem?, por Emanuela Rodrigues
As águas, por Victor Cruzeiro

Contas sagradas, por Aidil Araujo Lima

Neolatina #4

Mostra de poesia lusófona, por Caio Lobo
Mostra de poesia lusófona, por Filipe Rassi
Mostra de poesia lusófona, por Lucas de Carvalho Dantas
Mostra de poesia lusófona, por Odenir Ferro
Mostra de poesia lusófona, por Francis Diego Amaral
Mostra de poesia lusófona, por Mandu Holanda
Mostra de poesia lusófona, por Jessyca Santiago
Mostra de poesia lusófona, por Maria Eunice de Lacerda

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Neolatina #4
Philos #4

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